quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ciclo do carbono

O carbono está presente tanto na hidrosfera como na atmosfera sob a forma de dióxido de carbono (CO2). Este composto é derivado da combustão de restos vegetais e da respiração de plantas e animais. O CO2 é absorvido pelas plantas clorofiladas e pelas bactérias quimiossintetizantes, sendo utilizado para a formação de compostos orgânicos carbonados (celulose e amido). Parte desse gás volta diretamente à atmosfera pela respiração da planta. As plantas são ingeridas pelos animais. Da combustão destes alimentos no organismo dos animais o CO2 volta à atmosfera, ou quando esses animais morrem, ele vai fazer parte dos detritos orgânicos que, por morte dos vegetais clorofilados e das bactérias, formam-se detritos vegetais, que por combustão, devolvem o CO2 à atmosfera.

uma pergunta

Por que a minha professora de biologia pega no
meu pe ???????????????

1 lei de mendel

Gregor Mendel escolheu Pisum sativum (ervilha-de-cheiro), uma planta de fácil cultivo e que produz muitas sementes, conseqüentemente, grande número de descendentes; sua flor é hermafrodita e reproduz por autofecundação.

As principais características da ervilha-de-cheiro eram:

- Sua semente era amarela ou verde;
- Sua semente era lisa ou rugosa;
- Ou a planta era muito alta (com 2 metros ou mais de altura), ou era muito baixa, com menos de 0,5 metro de altura.

Mais freqüente Menos freqüente
1. Cor da Semente Amarela Verde
2. Aspecto da Semente Lisa Rugosa
3. Cor da Vagem Verde Amarela
4. Forma da Vagem Lisa Ondulada
5. Altura da Planta Alta Baixa
6. Posição da Flor Axilar Terminal
7. Cor da Casca da Semente Cinza Branca

As primeiras experiências

Mendel procurou sementes que pertenciam a linhagens puras, ou seja, que reproduziam as características de seus descendentes e que não houvesse variação das mesmas.
Para isso, Mendel considerou que uma planta que possuía “semente lista” ou “semente rugosa” devia possuir um elemento que causasse esta cor, uma espécie de fator determinante para esta característica.

Ele procurou selecionar as plantas puras, observando por diversas gerações (cerca de seis gerações, mais ou menos, dois anos) se as características destas plantas sofreriam mudanças.

Após atestar que as ervilhas eram puras, Mendel cruzou plantas que produziam sementes lisas com plantas que produziam sementes rugosas, essas plantas foram o marco inicial para as pesquisas de Mendel.
A primeira geração destes cruzamentos, que deu o início à experimentação, foi chamada de geração parental ou geração de pais, representada pela letra P. Os descendentes da geração P constituíram a geração F1 ou a primeira geração de filhos.
Mendel observou que o resultado de F1 foram ervilhas com sementes lisas, ou seja, as sementes rugosas não apareceram, Mendel chamou as plantas resultantes de híbridas, já que estas plantas eram descendentes de pais com características diferentes (sementes lisas e rugosas).

A seguir, Mendel permitiu a autofecundação das plantas resultantes em F1 e analisou os seus descendentes, chamados de F2. O resultado apresentou que cerca de 75% das descendentes apresentavam sementes lisas e 25% rugosas.
Baseado em suas pesquisas, Mendel concluiu que os genes dominantes se manifestavam na geração F1 e que os genes recessivos eram aqueles que suas características permanenciam “escondidas” em F1 e só apareciam na geração F2.

Na Primeira Lei de Mendel é conhecida a lei da segregação dos fatores, lei de monoibridismo ou Lei fundamental da Genética.

A Primeira Lei de Mendel é anunciada assim: “Cada caráter é definido por um par de fatores que se separam quando um gameta é formado, indo um fator para cada gameta, sendo então, um caráter puro”.

DNA da formiga e do elefante diferenças

Bem, a grande semelhança existente, não só entre o elefante e a

formiga, mas entre todos os animais e vegetais é o DNA! Este código secreto existente

em cada célula, seja de uma bactéria ou do homem, é formado sempre pelos mesmos

elementos.

Como pode um código que determina as características físicas de um elefante

(uma tromba, quatro patas, duas orelhas enormes etc.) ter os mesmos elementos do

código que dá origem a uma pequena formiga ou a uma bactéria ou ainda a um ser

humano?! Por mais espantoso que seja, esta é a verdade. O que faz os seres vivos serem

diferentes entre si é a forma como os elementos se organizam para formar o código, ou

melhor, o DNA.